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Arquivo para a categoria ‘Pessoas’

Trabalhe com inteligência.

“Bater os braços e espirrar água não significa que você está nadando.”

Como tranformar esforço em resultado?

Se você aplicar 100% de esforço em sua atividade atual, você terá 100% de retorno?

Você aplica 100% de esforço na coisa correta, da forma correta?

O que você pensa sobre isso?

O que é ser Profissional?

Hoje li o seguinte:

“Seja profissional.

Não espere ter vontade para executar uma tarefa. Simplesmente começe a trabalhar.”

Porque é tão difícil para alguns fazer o que precisa ser feito, na hora que precisa ser feito, do jeito que precisa ser feito?

O que você acha disso?

Estratégia argumentativa do Medo, Dúvida e Opressão (MDO)

Sempre existem várias formas de se dizer a mesma coisa. Ou na verdade coisas similares.

Numa argumentação positivista podemos sugerir ao nosso interlocutor que crie uma imagem mental de onde queremos chegar, associando essa experiência a sentimentos de segurança, boa relação custo x benefício e de decisão acertada. Assim ele associará nossa proposição com um cenário de onde ele gostaria de estar.

Uma outra estratégia é a argumentação baseada em Medo, Dúvida e Opressão (MDO)

Essa estratégia é comumente utilizada em cenários envolvendo riscos significativos, ou por profissionais da área comercial que não desenvolveram discurso adequado para uma proposição que não esta. Essa estratégia pressupõe demasiado risco caso a solução escolhida não seja a que propomos.

Veja a diferença:

  • Discurso Positivista – Esse modelo possui tração 4×4, air bags laterais em uma estrutura muito robusta proporcionando conforto e segurança.
  • Discurso MDO – Muitas pessoas morrem em acidentes de carro por não possuirem um sistema de tração ou air bags como esse.
  • Discurso MDO Disfarçado – Esses equipamentos de segurança garantiram a sobrevivência de várias pessoas que se envolveram em acidentes de veículos.

A estratégia MDO em sua maioria das vezes traz apenas prejuízos a negociação pelos seguintes motivos:

  • Foca mais no que se quer evitar do que na solução proposta;
  • Coloca o cliente na defensiva;
  • Possível supervalorização dos riscos remetendo a um cenário inexistente;
  • O Cliente associa a nossa interlocução com sentimentos negativos;
  • A Dúvida pode colocar em xeque até nossa proposição;
  • O cliente pode decidir não tomar nenhuma ação se entender que o cenário é demasiadamente crítico a ponto de não valer optar por nenhuma das alternativas. Por exemplo, ele pode decidir passar a viajar de avião ao invés de adquirir um novo automóvel para esse fim;
  • Não estabelece uma relação de confiança entre as partes;
  • O cliente compra na “pressão” sem avaliar todos os fatores envolvidos, normalmente se arrependendo em pouco tempo.

A Opressão deve sempre ser moderada pois evidencia a fragilidade da contra-parte. Ninguém quer sentir-se frágil, impotente e sem opções.

Imagine um cão que está sendo ameaçado. Ele tenta correr para um lado, tenta correr para o outro, mas quando se vê encurralado gasta toda sua energia para revidar o agressor.

Como eu normalmente trabalho com marcas consolidadas ou que tenham diferenciais relevantes, casualmente utilizo a estratégia dissertativa MDO Disfarçada para evidenciar o diferencial da minha solução, em situações em que é necessário uma mudança de foco como por exemplo:

“Entendo que a solução concorrente possa ser similar em vários pontos, mas como você se sente em relação a essa não ser uma solução consolidada no mercado? Você não se sente inseguro em colocar todo seu trabalho a prova por trabalhar com aventureiros?”

Alguma vez você já vendeu o “medo do caos” ao invés da “esperança no paraíso”?

Aprenda com Shakespeare a vender mais.

Agostino Lazzaro um amigo, escritor, poeta e ator, certa vez me disse brincando, algo que mudou completamente a minha vida.

Ele citou Hamlet, de Shakespeare (foto):

Há muito mais coisas no céu e na terra,  do que sonha a nossa pobre filosofia.

Baixe aqui a obra completa A TRAGÉDIA DE HAMLET, PRÍNCIPE DA DINAMARCA

A possibilidade de aviões voarem sempre existiu. Porém ninguém sabia disso até alguém inventar o avião.

O DNA sempre esteve lá, até alguém pesquisar e o descobrir.

A percepção e forma de assimilação das pessoas, sempre funcionaram da mesma forma, ate Freud realizar seus estudos e colocar isso no papel.

Quantas outras coisas serão descobertas amanhã?

Quantas coisas que ainda não sabemos?

Talvez você não conheça ainda todas teorias psicológicas, neurolinguísticas, espirituais e comerciais, mas fato é que possivelmente algumas delas podem possuir fundo científico e provavelmente várias delas funcionarão em determinado momento.

Você tem duas opções: Ou vive como ignorante acreditando que seu entendimento atual é a eterna e única verdade absoluta dos fatos, ou entenda que talvez possa haver algo que você ainda desconheça.

Talvez ainda exista algo que mesmo que lhe for dito, você não entenderá, pois não tem o conhecimento básico ou experiência necessárias para esse entendimento.

Quando Einstein teve sua “Teoria da Relatividade” estampada no principal jornal da época, todos sabiam que pouquíssimas pessoas alcançaria o conteúdo dela. Talvez somente Einstein alcançaria o conteúdo de sua teoria.

Gostaria de convidar você para uma reflexão.

Quantas coisas você não sabe?

Você acredita que algo poderia lhe ser dito e mesmo assim você não alcançaria?

E se fosse física quântica?

E se fosse psicologia?

Neurolinguística?

Entenda que você não sabe tudo. Ninguém sabe tudo.

Existem coisas que você não conhece e talvez, mesmo que conheça, jamais entenderá.

Continue se capacitando, trabalhando, e não deixe de investir na sua formação pessoal, e comercial, senão vai ficar como aqueles que ainda não aceitam o fim da Segunda Guerra Mundial.

O resultado virá.

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Os Zumbis, Os Inovadores, a Insatisfação e a evolução do mundo.

Em 1202 Leonardo Fibonacci olhava para os números romanos e pensou: “O que posso fazer para melhorar isso?” Inventou os algarismos arábicos o que facilitou toda evolução tecnológica até hoje.

Provavelmente Leonardo foi criticado e rotulado.

Será que as coisas não estavam boas?

Talvez até estivessem, mas Leonardo simplesmente Pensou.

Veja outros exemplos:

Em 1288 alguém em Londres, algém olhou para os antigos relógio de água ou areia e pensou: “O que posso fazer para melhorar isso?” e criou o relógio mecânico como conhecemos hoje.

Em 1623 o alemão Wilhelm Schickard pensou em como realizar cálculos de uma forma mais rápida e precisa e inventou a máquina mecânica de calcular.

Em 1712 Thomas Newcomen pensou em como utilizar a força mecânica e inventou a máquina a vapor.

Os militares americanos para ter uma rede de comunicações em 1969 criaram a rede Arpanet, e seu conceito criou a Internet que conhecemos hoje.

Em 1997 o embriologista escocês Ian Wilmut pega uma célula de ovelha e, a partir dela, constrói um animal idêntico ao original. É a primeira vez que se faz a clonagem de um mamífero adulto.

O que esses fatos têm em comum?

Foram coisas que mudaram o mundo e surgiram a partir de uma mesma pergunta: “O que posso fazer para melhorar isso?”

Um dia alguém ficou cansado de andar a pé e criou o automóvel?

As pessoas se dividem em 02 tipos:

  1. Os Zumbis – Vivem por viver. Possuem um bobo-alegrismo nativo, e se alguém lhe ensina a apertar um parafuso, conseguirá um emprego;
  2. O Inovadores – Algumas pessoas são inovadoras ou naturalmente analíticas e que casualmente podem parecer instatisfeitas com o mundo ao redor, mas comumente pensam “Como posso fazer isso melhor?”

Toda empresa possui 80% de Zumbis para 20% de Inovadores.

Porém os Zumbis não necessários.

Eles fazem exatamente o que alguém manda, sem reclamar e tem medo de perder o emprego, pois provavelmente jamais conseguiria outro melhor.

O Inovadores só dão certo quando a empresa está afim de mudanças. São eles que fazem a empresa ser uma empresa diferente, com um atendimento diferente.

Se você é um gestor de uma empresa pergunte para seus funcionários “O que podemos fazer de uma forma melhor?” e os Zumbis se calarão, pois eles não enchergam que TUDO pode ser feito de forma melhor.

A possibilidade de utilizar as ondas de rádio sempre existiram, até alguém pensar em uma forma de comunicar-se de forma melhor e inventou o rádio.

Os Zumbis reclamam do governo, da crise, do chefe e são ótimos puxa-saco.

Os Inovadores propoem melhorias, questionam.

Mas nem tudo são flores. Se você acha que sua empresa é Perfeita, não vai conseguir segurar os Inovadores por muito tempo.

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Os clientes NÃO são todos iguais.

Estava no aeroporto as 5:30 da manhã quando vi um cliente tentando comprar na cafeteriauma xícara de leite quente com duas gotas de café.”

Enquanto a fila aumentava, a atendente comum tentava explicar que o estabelecimento não servia leite em xícara, somente em copos de 300 ml, apontando autoritariamente para uma lista de produtos na parede, que essa filial seguia ao padrão da matriz, e era norma da empresa, e ainda o sistema estava fora do ar desde ontem, e ela tinha que tirar as notinhas todas manualmente.

Então o cliente pediu:

Então já que são essas as opções, por gentileza me sirva uma xícara do seu café com leite.”

E foi atendido depois de 3 minutos pois a peça da máquina de café, da cafeteria, não encaixava direito. E a fila aumentava.

“Agora jogue fora na pia metade da xícara., pediu o cliente.

A atendente meio sem saber o que fazer ao certo, realizou o pedido do cliente.

“Joga fora mais um pouco.”

Pediu o cliente e foi prontamente atendido, restando somente um pouquinho de café com leite na xícara.

O cliente então prosseguiu:

“Agora por favor complete a xícara com leite quente”.

E finalmente o cliente conseguiu tomar uma xícara de leite quente com o equivalente a duas gotas de café, igual ao que tomava em sua casa em todas as manhãs dos últimos trinta anos.

Essa “uma xícara de leite quente com duas gotas de café” tem um significado especial para esse cliente?

Nem sempre convém uma investigação tão profunda sobre o que motiva uma compra como essa, mas o fato é que o atendimento padronizado, mecânico e impessoal, não era suficiente para atender a necessidade desse cliente.

Certa vez ouvi de um comerciante que ele atendia todos os clientes da mesma forma.

“Trato a todos como eu gostaria de ser tratado.”

Quem disse que eu quero ser tratado igual a você? Não quero não!

Tamanho absurdo já não é mais aceitável com um público cada vez mais diversificado e exigente.

Eu sou único!

Eu quero um atendimento que atenda as Minhas necessidades com produtos no nível de qualidade que Eu acho justo pagar e com um prazo de entrega igual ao que Eu preciso.

O tempo em que o Ford só era fabricado em uma cor, já passou a décadas.

Cada cliente tem uma necessidade ou desejo diferente do outro, e está disposto a pagar o que achar justo por isso.

Esse é o desafio: Manter-se competitivo em um mercado com clientes cada vez mais diversificado.

E Diversificação é o mais difícil de se administrar.

Diversidade é singularidade.

Acho que esqueceram de colocar essa palavrinha no quadro da parede onde está a Missão da Empresa.

Não lembro de ter visto recentemente nenhuma que citava a individualidade e importância de Cada cliente.

A missão de toda empresa deveria ser “Tornar um cliente feliz por dia, todos os dias.”


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